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Feijão a R$ 400 e a polêmica da fosfina na armazenagem

  • há 3 dias
  • 1 min de leitura

O mercado do feijão entra em julho com sinais opostos para produtores e comerciantes. Enquanto o feijão carioca se mantém na casa dos R$ 400, o feijão preto enfrenta um cenário diferente, com baixa oferta, importações e expectativa de melhora nas cotações nas próximas semanas.

Segundo a análise apresentada no material, o feijão carioca segue sustentado por uma oferta ainda insuficiente para pressionar os preços para baixo. A orientação ao produtor é aproveitar o momento e vender, já que a previsão é de maior entrada de lavouras colhidas na segunda quinzena do mês, o que pode reduzir as cotações.

No caso do feijão preto, a leitura é de que o melhor momento é para formar estoques. A menor oferta interna e a presença de importações da Argentina ajudam a sustentar o mercado, mas ainda sem reação forte nos preços, que variam conforme a qualidade dos lotes.

Além da questão comercial, o setor também acompanha uma discussão técnica e regulatória sobre o uso da fosfina na armazenagem de grãos. A partir de interpretações relacionadas à Anvisa, houve mobilização de cerealistas, comerciantes e entidades do setor para contestar autuações e defender o uso do produto, considerado essencial no controle de pragas em ambiente urbano e rural.

A defesa apresentada no conteúdo é de que a fosfina é usada há mais de 150 anos e não deixa resíduos no grão por ser um gás volátil. Para o setor, não há substituto equivalente na armazenagem, o que torna o debate relevante para toda a cadeia produtiva.

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