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MARACAJU: GENTE QUE FAZ A PECUÁRIA BRASILEIRA BATER NO PEITO

  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

No coração do Mato Grosso do Sul, a cidade de Maracaju tem se consolidado como um polo de genética de alto padrão. Mas, por trás dos números e das arrobas, existe algo ainda mais valioso: as pessoas. Foi o que ficou claro no último programa, ao mostrar uma novilhada Nelore de quase 16 arrobas – um espetáculo de acabamento e precocidade.


Genética que vira espetáculo

As imagens impressionam: novilhas oriundas da Fazenda Serenata, em Maracaju, com gordura grau 3, terminadas a pasto e com dentição de zero a dois dentes. “Isso é genética apurada”, disse o apresentador Mauro, visivelmente empolgado. “Fala pra mim se não dá gosto fazer um programa pra homenagear o pecuarista brasileiro.”


Mas quem comanda essa revolução silenciosa no campo? Nomes que o agronegócio já aprendeu a respeitar.


Os protagonistas da novilhada

O destaque maior foi para Sérgio Sarian, descrito como “um dos maiores vendedores de touros cabeceiras do Brasil”. Ao lado dele, nomes como Reinaldo Azambuja, o saudoso Chico Ventania e Tunicão formam a espinha dorsal da pecuária da região.


O programa também trouxe Rodrigo Patuci, Flavinha Toninho e Valdir, parceiros de longa data. “É muita qualidade, muita genética”, confirmou Valdir, que recebeu uma enxurrada de homenagens por seus 50 anos de carreira.


Um abraço que veio do mundo inteiro

Durante a transmissão, Valdir foi surpreendido por dezenas de mensagens. Jorge Humberto Xiai, direto de Bruxelas, mandou um abraço. Walter Bian, que passou 45 anos no frigorífico Freeboy, já aposentado na Baixada Santista, também se fez presente. Gente de Anita Garibaldi (SC), Cuiabá, Paranaíta, Conceição do Araguaia (PA), Minas Gerais, Maranhão, Paraná, Portugal – todos unidos pela paixão ao boi.


“Quando a gente trabalha com gado, isso fica no sangue e nos motiva a viver cada vez mais”, disse Walter Bian. A frase resume o espírito de Maracaju e de sua gente.


Maracaju: mais que carne, orgulho

Além da qualidade da novilhada, o apresentador não deixou de citar um outro orgulho da cidade: “a melhor linguiça do Brasil”. Mas o recado final ficou com o pecuarista: “Agradecer a todos que estão juntos sempre aqui para melhor atendê-los. Negócio de frigorífico que tá no sangue”, resumiu Valdir.


E como bem lembrou Mauro: “Eu tento ser o mais caipira possível para poder trazer você cada vez mais perto desses grandes homens da pecuária brasileira.”


É assim, no chão do MS, que Maracaju escreve sua história – com genética, suor e, principalmente, com gente que acredita no que faz.

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