Mato Grosso do Sul acaba com toque de recolher

Por enquanto, única restrição vigente é sobre a lotação dos estabelecimentos



Mato Grosso do Sul não terá mais toque de recolher a partir da próxima segunda-feira (23). Segundo o governo estadual, que havia definido uma só diretriz a todos os municípios, o funcionamento de estabelecimentos estará permitido em qualquer horário. Ainda assim, foi destacado pelo presidente do comitê gestor do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), Eduardo Riedel, que outros protocolos de biossegurança seguem vigentes, tais como uso de máscaras, distanciamento e higiene das mãos. Por enquanto, o executivo vai definir apenas a lotação máxima dos estabelecimentos, de acordo com a classificação de cada município. Temos uma variável nova, que é a vacina, e a evolução da vacina”, justificou Riedel para essa decisão. Segundo ele, há redução expressiva em casos e internações nos hospitais, o que levaria a esse afrouxamento das regras. Além disso, ele garantiu que se houver necessidade, restrições poderão voltar futuramente. “O Prosseguir é dinâmico e estaremos muito atentos e não hesitaremos em tomar qualquer medida restritiva”. Ainda assim, vale destacar que prefeituras têm autonomia em definir as próprias medidas de biossegurança, como o próprio toque de recolher. O decreto estadual tratava de uma forma unificada do combate à pandemia, mas permitia que mais restrições fossem feitas. Desde o início da pandemia, mais de 363,2 mil pessoas tiveram covid em Mato Grosso do Sul e 9.182 foram a óbito. Na última semana, a média foi de 397 infecções e 14 óbitos por dia. Na Capital – Procurador Geral do Município, Alexandre Ávalo diz que o decreto municipal, de toque de recolher da meia-noite às 5h, continua vigente, mas que podem haver flexibilizações. “Até o momento, segue até meia-noite, mas a tendência é uma retomada responsável e gradativa de todas as atividades, inclusive, a retirada do toque de recolher”, esclareceu. Para hoje, o procurador disse que não tem nenhuma reunião prevista a fim de discutir a retirada da medida. CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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