• Redação

SP vive surto de H1N1, mas não epidemia


O Município de São Paulo vive um surto do vírus H1N1 este ano. A confirmação foi feita hoje (28) pelo secretário municipal de Saúde, Alexandre Padilha.


Vírus do H1N1 está circulando mais em São Paulo este ano do que no ano passado, diz o secretário de Saúde, Alexandre Padilha

“Estamos bem distantes de uma situação epidêmica [de H1N1]. O que estamos tendo é um surto, ou seja, um crescimento rápido do número de casos em um local restrito, maior do que se tinha no ano passado. Não estamos em situação epidêmica, mas este surto mostra que tivemos mais problemas respiratórios até a 11ª semana deste ano, que levaram várias pessoas a ficar internadas, independentemente do H1N1", afirmou o secretário.

Padilha ressaltou que ocorreram este ano mais casos respiratórios do que no ano passado: 299 este ano contra 127 no ano passado. "E estamos tendo mais circulação de H1N1 entre estes casos respiratórios, ou seja, o vírus está circulando mais do que no ano passado.”

Segundo Padilha, para combater a maior circulação de H1N1 na cidade, a secretaria está implantando três medidas. A primeira é alertar os profissionais de saúde sobre essas síndromes, especialmente a H1N1, e redobrar a atenção com gestantes, cardiopatas ou diabéticos. A segunda medida será garantir o Tamiflu em todas as unidades de saúde públicas da cidade. “Esse medicamento tem em todas as unidades. Não teve falta”, afirmou o secretário. A terceira medida será antecipar a campanha de vacinação contra a gripe.

Dengue, chikungunya e zika

Na entrevista, Padilha informou que o número de casos de dengue na cidade de São Paulo vem caindo na comparação com o ano passado. Dados coletados até a oitava semana, ou seja, entre janeiro e fevereiro deste ano, mostraram que o município teve 3.484 casos confirmados de dengue, com um óbito. No mesmo período do ano passado, foram registrados 6.653 casos de dengue, redução de quase 47%. O número de casos na oitava semana deste ano também teve ligeira redução, passando de 673 casos na sétima semana para 661. “Reduzimos a aceleração, o que é um fato muito positivo”, disse o secretário.


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