A VEZ DE VISTA ALEGRE: PELA PRIMEIRA VEZ, UM GABINETE ITINERANTE CHEGOU AO DISTRITO
- 5 de mai.
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Diogo Frizzo quebra o tradicional e leva mandato para onde o povo está – sem mesa, sem paredes, sem distância.
Vista Alegre sempre foi um lugar de espera. Espera por obra, por atendimento, por um vereador que parasse – de verdade – para escutar. No dia 29, a espera acabou.
Pela primeira vez na história do distrito, um gabinete itinerante montou acampamento por ali. Sem protocolo, sem tapete vermelho. O vereador Diogo Frizzo chegou, sentou onde deu e abriu os ouvidos: “fala, comunidade”.
A cena era simples, mas carregada de simbolismo. Uma mesa modesta, algumas cadeiras, um bloquinho de anotações e tempo – aliás, bastante tempo – para escutar dona de casa, comerciante, aposentado e jovem. O que parecia um atendimento corriqueiro virou um ato inédito: Diogo Frizzo faz Gabinete Itinerante do legislativo em Vista Alegre.
DE MARACAJU A VISTA ALEGRE: UM CAMINHO CHAMADO PROXIMIDADE
A ideia não nasceu ontem. No dia 31 de outubro de 2025, o Estádio Louquinho, em Maracaju, viu nascer a primeira edição do Gabinete Itinerante. Naquela tarde, Diogo Frizzo testou um formato simples, mas revolucionário: inverter a lógica. Em vez de o cidadão ir até o gabinete, o gabinete vai até o cidadão.
Deu certo. Tão certo que, meses depois, a equipe olhou para o mapa e perguntou: “qual lugar nunca recebeu um atendimento direto desses?” A resposta desenhava um ponto no distrito de Vista Alegre.
O QUE ACONTECEU NO DIA 29?
Calor, movimento, curiosidade. Os moradores chegaram devagar, e foram embora mais leves, com demandas protocoladas, dúvidas esclarecidas e uma sensação estranhamente boa: foram ouvidos de verdade.
Entre um aperto de mão e outro, surgiram pedidos de infraestrutura, iluminação pública, melhorias no posto de saúde e aquela demanda invisível que nenhum papel consegue capturar: o desejo de ser lembrado.
MAIS QUE UM ATENDIMENTO: UM SÍMBOLO
O Gabinete Itinerante não resolve todos os problemas do distrito em um só dia – isso seria mágica, não política. Mas ele faz algo mais raro: começa a resolver a distância. Quando um representante atravessa a cidade ou a zona rural para se sentar na mesma cadeira que o eleitor, o poder muda de lugar por alguns instantes. E isso, meus caros, é o começo de tudo.
Diogo Frizzo não inventou a roda. Mas, em Vista Alegre, ele foi o primeiro a empurrá-la até a porta de cada um. E, pelo jeito, não pretende parar.
Próxima parada? Ainda não se sabe. Mas a rota já está traçada: qualquer lugar onde ainda não tenha chegado um gabinete itinerante – e gente querendo falar.






Parabens pela iniciativa